Uma vez moleque, sempre moleque! Essa é a vida. Eu tinha que saber isso, mas não pensei que fosse ser assim, dessa forma - talvez a mais cruel para a atual circunstância - que eu fosse aprender.
Você acredita em lei da reciprocidade?! Eu acredito! Mas acho que não devemos esperar isso de ninguém. Se voltar pra você é lucro. Mas existem coisas que são inexplicáveis, intrínsecas, autoexplicativas e simples. Mas isso tudo é bem complexo.
Uma pessoa te pede algo, você prontamente ajuda. Tempos depois você precisa de ajuda e a primeira pessoa que você pensa é ela. Não por você ter ajudado, mas por todo tempo de relacionamento, cumplicidade e companheirismo. Essa pessoa não te responde, não te atende. Nada! Esta pessoa te ignora. Não pode ajudar? Fala. Tá pouco se ferrando? Fala. Quer ajudar mas não tem como? FALA, PORRA! Eu não sou idiota, muito menos moleque. Diferente de algumas pessoas....
Se a ajuda era para um dia, não adianta nada você ajudar depois. Já passou, já era. Mas de tudo, o que importa é que a ajuda em si não importava. Aliás, importava pra caramba. Mas o que mais me importou neste caso foi o silêncio.
Aprende, Elisa, você tá no barco sozinha! E agora sou apenas eu contra eu mesma. Mais do que nunca.
La vie de Lili
A vida é maravilhosa, mas, às vezes, precisamos desabafar... E aqui é o meu lugar!
domingo, 3 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Santa Segunda
Acordar hoje foi um pouco complicado. Dormir ontem nem se fala... Depois de passar o dia literalmente hibernando, sem querer saber de nada. Esperando para que o dia passasse logo e chegasse segunda-feira para trabalhar (sim! Só posso estar ficando louca com esse pensamento... rsrs), tudo o que eu menos queria era discutir e me decepcionar...
Queria que o meu domingo - o dia que seria e não foi - fosse tranquilo e passasse o mais rápido possível. Mas no final fui dormir com dor de cabeça, no corpo, o travesseiro molhado e o coração mais partido ainda.
Acordar hoje foi praticamente uma luta. Acordei na hora que deveria chegar no trabalho. Isso não é coisa minha. Mas tá complicado acordar. Meu olho era grudado, via tudo embasado e a cabeça, o corpo e o coração ainda doendo.
Cheguei no trabalho e a primeira coisa que notaram: os olhos inchados. "Elisa, acho que você tá precisando dormir..."; Elisa, tá tudo bem?! Seu olho tá tão inchadinho parece que tá com alguma alergia..."; "Nossa, o que houve? Nunca vi seu olho assim. Seu rosto tá inchado...". Ok! Obrigada galera pela preocupação, mas vi que tava realmente num estado que não queria. Resultado: maquiagem e sorriso. Mesmo assim não deram muito certo. Até chegar no trabalho o óculos escuros (que por sinal ele me deu) salvaram, mas depois....
Se nem a maquiagem e o sorriso disfarçavam o jeito era mergulhar no trabalho, tentar esquecer e tentar deixar tudo melhor. Não é que tenha melhorado, mas aliviou. O coração ainda dói, o cansaço e os olhos ainda não são os mesmos, mas com o tempo voltam ao normal.
Mas santa segunda-feira que me fez sair de casa e vir trabalhar. Só eu mesmo para pensar isso... Só você para me fazer pensar dessa maneira... rs
Quem sabe amanhã a pergunta não seja outra. "Nossa! O que você fez?! Está tão bonita e radiante!". Quando isso acontecer e eu sentir que é pra valer pode ter certeza: a Elisa voltou...
Por enquanto, me deixo em stand by, recolhida e fechada para balanço...
Queria que o meu domingo - o dia que seria e não foi - fosse tranquilo e passasse o mais rápido possível. Mas no final fui dormir com dor de cabeça, no corpo, o travesseiro molhado e o coração mais partido ainda.
Acordar hoje foi praticamente uma luta. Acordei na hora que deveria chegar no trabalho. Isso não é coisa minha. Mas tá complicado acordar. Meu olho era grudado, via tudo embasado e a cabeça, o corpo e o coração ainda doendo.
Cheguei no trabalho e a primeira coisa que notaram: os olhos inchados. "Elisa, acho que você tá precisando dormir..."; Elisa, tá tudo bem?! Seu olho tá tão inchadinho parece que tá com alguma alergia..."; "Nossa, o que houve? Nunca vi seu olho assim. Seu rosto tá inchado...". Ok! Obrigada galera pela preocupação, mas vi que tava realmente num estado que não queria. Resultado: maquiagem e sorriso. Mesmo assim não deram muito certo. Até chegar no trabalho o óculos escuros (que por sinal ele me deu) salvaram, mas depois....
Se nem a maquiagem e o sorriso disfarçavam o jeito era mergulhar no trabalho, tentar esquecer e tentar deixar tudo melhor. Não é que tenha melhorado, mas aliviou. O coração ainda dói, o cansaço e os olhos ainda não são os mesmos, mas com o tempo voltam ao normal.
Mas santa segunda-feira que me fez sair de casa e vir trabalhar. Só eu mesmo para pensar isso... Só você para me fazer pensar dessa maneira... rs
Quem sabe amanhã a pergunta não seja outra. "Nossa! O que você fez?! Está tão bonita e radiante!". Quando isso acontecer e eu sentir que é pra valer pode ter certeza: a Elisa voltou...
Por enquanto, me deixo em stand by, recolhida e fechada para balanço...
domingo, 27 de maio de 2012
Seria hoje...
Hoje seria. Seria o dia. Exatamente às 03h34min. Lembro-me como se tivesse acabado de acontecer aquele momento... Lindo, perfeito.... Me sentia completa, feliz, radiante, algo que nunca pensei que fosse sentir... Isso faz três anos, mas quando alguém especial chega na sua vida você guarda cada momento em um lugar especial da memória... Aquele lugar que sempre que você lembra faz você dar um sorriso involuntário, lembrando de todas as sensações e olhares, toques, beijos, palavras, silêncios, sorrisos... Era uma compreensão, um sentimento que ia muito além de um gostar. Era um amar que ia além do amar... Era o sonho.
Ele transformou. Eu transformei. Eu me doei intensamente durante três anos de corpo e alma. Queria ser melhor para ele. Queria que ele fosse cada vez melhor para ele mesmo. Que ele conquistasse o mundo. Acho que isso consegui aos poucos.
Mas nem tudo são flores. As pessoas não são perfeitas. Eu tô longe de ser perfeita. Mas quando se está junto a gente entra no barco, equilibra as qualidades, diminui os defeitos e rema junto. O negócio é quando você acha que a outra pessoa está remando com você e na verdade não está. E, então, você acaba remando em círculos e chega sempre naquele mesmo ponto. O que acontece? Você (neste caso, a pessoa que me refiro sou eu...) se sente mal, para baixo. Na verdade, você luta por algo que não sabe o que e esquece de você mesmo. Deixa seus sonhos de lado por um motivo muito maior: tentar fazer a pessoa voltar a remar, mas sem saber por onde começar. Todo relacionamento precisa de conversa. Não adianta você falar e a outra dar dicas. Dicas não funcionam! Temos que ser sinceros. Falar diretamente. Ser leal. Cúmplice. Ter respeito. Fidelidade é consequência.
Chega uma hora que você cansa de lutar. Você perde forças. E aceitar isso foi a decisão mais corajosa que fiz. Corajosa porque ainda amo. Corajosa porque sinto falta. corajosa porque gostaria que fosse diferente. Corajosa porque esperava algo diferente. Corajosa porque foi o momento que desconstruí todos os meus sonhos e planos. Sim, agora estou tentando descobrir o que quero para mim, quais são os meus planos para o futuro. Até então ele fazia parte... É ruim. Dói. Dói muito. Me afundo no trabalho para ver se passa mais rápido. Quando saio coloco o salto alto, faço uma maquiagem e o sorriso no rosto para me convencer que estou bem. Para mostrar aos outros que sou forte e estou bem. não quero que ninguém me veja como a coitadinha, nem que tenham pena de mim. tocar no assunto é para poucos. Chorar? Apenas meu travesseiro, meu quarto e os que me conhecem muito bem e confio.
Hoje eu sei que estou num barco sozinha. Que não existe uma pessoa remando comigo. Então, eu sei que eu tenho que direcionar para onde quero levar este barco. Eu tenho que equilibrar o barco, pegar os dois remos e tomar o rumo que eu quiser. Eu sei que agora ele tá furado, mas eu vou consertar, buscar ter esse barco do meu jeito e remar longe.
Agora deixa como está. Deixa curar. O tempo vai passar e eu vou melhorar. Agora quero apenas ficar bem comigo mesma, não ter nada nem ninguém para me colocar para baixo. Quero me cercar de pessoas boas e que me querem e fazem bem. Quero pessoas que sejam balões, alegrias e sorrisos...
Esse desabafo todo é só porque hoje seria. Do verbo que não foi. Do verbo eu gostaria que tivesse sido. Do verbo é assim. Do verbo vai passar.
Seria: do verbo lembro, sinto saudades, choro, sorrio, gostaria que fosse diferente. Do verbo ainda amo.
Ele transformou. Eu transformei. Eu me doei intensamente durante três anos de corpo e alma. Queria ser melhor para ele. Queria que ele fosse cada vez melhor para ele mesmo. Que ele conquistasse o mundo. Acho que isso consegui aos poucos.
Mas nem tudo são flores. As pessoas não são perfeitas. Eu tô longe de ser perfeita. Mas quando se está junto a gente entra no barco, equilibra as qualidades, diminui os defeitos e rema junto. O negócio é quando você acha que a outra pessoa está remando com você e na verdade não está. E, então, você acaba remando em círculos e chega sempre naquele mesmo ponto. O que acontece? Você (neste caso, a pessoa que me refiro sou eu...) se sente mal, para baixo. Na verdade, você luta por algo que não sabe o que e esquece de você mesmo. Deixa seus sonhos de lado por um motivo muito maior: tentar fazer a pessoa voltar a remar, mas sem saber por onde começar. Todo relacionamento precisa de conversa. Não adianta você falar e a outra dar dicas. Dicas não funcionam! Temos que ser sinceros. Falar diretamente. Ser leal. Cúmplice. Ter respeito. Fidelidade é consequência.
Chega uma hora que você cansa de lutar. Você perde forças. E aceitar isso foi a decisão mais corajosa que fiz. Corajosa porque ainda amo. Corajosa porque sinto falta. corajosa porque gostaria que fosse diferente. Corajosa porque esperava algo diferente. Corajosa porque foi o momento que desconstruí todos os meus sonhos e planos. Sim, agora estou tentando descobrir o que quero para mim, quais são os meus planos para o futuro. Até então ele fazia parte... É ruim. Dói. Dói muito. Me afundo no trabalho para ver se passa mais rápido. Quando saio coloco o salto alto, faço uma maquiagem e o sorriso no rosto para me convencer que estou bem. Para mostrar aos outros que sou forte e estou bem. não quero que ninguém me veja como a coitadinha, nem que tenham pena de mim. tocar no assunto é para poucos. Chorar? Apenas meu travesseiro, meu quarto e os que me conhecem muito bem e confio.
Hoje eu sei que estou num barco sozinha. Que não existe uma pessoa remando comigo. Então, eu sei que eu tenho que direcionar para onde quero levar este barco. Eu tenho que equilibrar o barco, pegar os dois remos e tomar o rumo que eu quiser. Eu sei que agora ele tá furado, mas eu vou consertar, buscar ter esse barco do meu jeito e remar longe.
Agora deixa como está. Deixa curar. O tempo vai passar e eu vou melhorar. Agora quero apenas ficar bem comigo mesma, não ter nada nem ninguém para me colocar para baixo. Quero me cercar de pessoas boas e que me querem e fazem bem. Quero pessoas que sejam balões, alegrias e sorrisos...
Esse desabafo todo é só porque hoje seria. Do verbo que não foi. Do verbo eu gostaria que tivesse sido. Do verbo é assim. Do verbo vai passar.
Seria: do verbo lembro, sinto saudades, choro, sorrio, gostaria que fosse diferente. Do verbo ainda amo.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Eu no bloco do "Eu sozinho", pensando na vida. Pensando em mim. Pensando nele.
Outro dia, em meio a troca de mensagens, telefonemas com uma pessoa muito querida e reflexões sobre a vida, tive uma inspiração - daquelas que não tenho há um tempo - e resolvi escrever sobre o assunto. Essa pessoa falava exatamente sobre o "tal botão" (vocês vão entender melhor no texto), o que me lembrou imediatamente ao filme Click. Seria ótimo termos o controle de algumas situações, mas não é bem assim que as coisas funcionam. Acho que a vida seria meio sem graça com isso. Enfim, deixemos o "blá blá blá" de lado e vamos ao que interessa.
Lá vai... Espero que gostem (mesmo que pareça clichê)! ;)
Lá vai... Espero que gostem (mesmo que pareça clichê)! ;)
Não existe um botão escrito "Reestart" na vida. Portanto, viva cada momento como se fosse o último.
Gargalhe até perder o fôlego e a barriga doer.
Cuide de quem gosta de você.
Valorize quem está sempre ao seu lado.
Curta os mais simples momentos.
Não esqueça os velhos e bons.
Faça por onde.
Ajude alguém que precisa. Com certeza você se sentirá melhor.
Tire um tempo para você.
Seja paciente.
Compreenda o outro. Mas antes, se conheça bem e saiba os seus pontos fracos e fortes.
Não julgue levianamente. Melhor: não julgue! Cada um tem uma forma de viver e pensar.
Crie laços.
Faça história. Mas não esqueça quem é o protagonista.
Viaje.
Conheça.
Aprenda com cada suspiro.
Busque aprender muito.
Busque ser melhor para você mesmo. Só assim será para os que estão a sua volta.
Cante. Cante bem alto!
Dance. Mesmo que sozinho, escutando a música mais brega dentro do seu quarto.
Ouça boa música.
Leia bons livros.
Escute boas histórias.
Conte piadas.
Saiba a realidade que está ao seu redor no mundo. A vida é muito mais que seu próprio umbigo.
Aprenda com os mais velhos.
Aprenda com as criança.
Abra o seu olhar para o mundo.
Conheça um orfanato. E ajude.
Conheça um asilo. E ajude.
Conheça uma realidade diferente da sua e aprenda com ela.
Não deixe que o mundo te deixe uma pessoa dura e fria.
Preserve sua essência!
Grite se tiver vontade.
Brigue por uma boa causa.
Nunca esqueça de pedir desculpas.
Perdoe.
Tome a iniciativa.
Aja com o coração. Mas não seja impulsivo.
Pense antes de criticar. Pense antes de falar e agir. Mas não seja calculista.
Não seja leviano.
Não espere demais dos outros.
Faça por você. Se tiver algo em troca, ótimo. Se não tiver, você sabe o que fez.
Assuma seus erros.
Seja honesto.
Seja leal.
Seja amigo.
Seja companheiro.
Não sofra por antecipação.
Conte as gargalhadas que deu no dia ou os momentos que te fizeram uma pessoa melhor.
Não conte calorias. Mas cuide da sua saúde.
Nunca se esqueça que os seus melhores e mais antigos amigos são os que te viram crescer.
Sua família é sua essência, sua estrutura e seu amor mais profundo. Cultive e cuide. Porque será ela quem estará com você nos momentos mais difíceis e nos mais alegres.
Ame.
Ame muito.
Ame a si próprio.
A vida não possui rascunho, botões de pause, reestart, fastfoward. Não existe borracha para apagar os momentos ruins ou os erros.
A vida é uma só.
Cuide. Se cuide.
Faça valer a pena!
Gargalhe até perder o fôlego e a barriga doer.
Cuide de quem gosta de você.
Valorize quem está sempre ao seu lado.
Curta os mais simples momentos.
Não esqueça os velhos e bons.
Faça por onde.
Ajude alguém que precisa. Com certeza você se sentirá melhor.
Tire um tempo para você.
Seja paciente.
Compreenda o outro. Mas antes, se conheça bem e saiba os seus pontos fracos e fortes.
Não julgue levianamente. Melhor: não julgue! Cada um tem uma forma de viver e pensar.
Crie laços.
Faça história. Mas não esqueça quem é o protagonista.
Viaje.
Conheça.
Aprenda com cada suspiro.
Busque aprender muito.
Busque ser melhor para você mesmo. Só assim será para os que estão a sua volta.
Cante. Cante bem alto!
Dance. Mesmo que sozinho, escutando a música mais brega dentro do seu quarto.
Ouça boa música.
Leia bons livros.
Escute boas histórias.
Conte piadas.
Saiba a realidade que está ao seu redor no mundo. A vida é muito mais que seu próprio umbigo.
Aprenda com os mais velhos.
Aprenda com as criança.
Abra o seu olhar para o mundo.
Conheça um orfanato. E ajude.
Conheça um asilo. E ajude.
Conheça uma realidade diferente da sua e aprenda com ela.
Não deixe que o mundo te deixe uma pessoa dura e fria.
Preserve sua essência!
Grite se tiver vontade.
Brigue por uma boa causa.
Nunca esqueça de pedir desculpas.
Perdoe.
Tome a iniciativa.
Aja com o coração. Mas não seja impulsivo.
Pense antes de criticar. Pense antes de falar e agir. Mas não seja calculista.
Não seja leviano.
Não espere demais dos outros.
Faça por você. Se tiver algo em troca, ótimo. Se não tiver, você sabe o que fez.
Assuma seus erros.
Seja honesto.
Seja leal.
Seja amigo.
Seja companheiro.
Não sofra por antecipação.
Conte as gargalhadas que deu no dia ou os momentos que te fizeram uma pessoa melhor.
Não conte calorias. Mas cuide da sua saúde.
Nunca se esqueça que os seus melhores e mais antigos amigos são os que te viram crescer.
Sua família é sua essência, sua estrutura e seu amor mais profundo. Cultive e cuide. Porque será ela quem estará com você nos momentos mais difíceis e nos mais alegres.
Ame.
Ame muito.
Ame a si próprio.
A vida não possui rascunho, botões de pause, reestart, fastfoward. Não existe borracha para apagar os momentos ruins ou os erros.
A vida é uma só.
Cuide. Se cuide.
Faça valer a pena!
domingo, 4 de dezembro de 2011
2011 e o que ficou de mim...
Últimos dias de 2011... Chega aquela época que todo mundo repensa o que fez de bom, ruim, quais foram as realizações, as frustrações... Para mim, esse ano foi de aprendizado, doação e trabalho. Muito trabalho!
Em alguns momentos me vi abdicando de coisas importantes... Ninguém me disse que seria fácil. Mas quem disse que em algum momento eu tive medo do difícil, do desconhecido? Quando me proponho a algo, entro de peito aberto, mergulho fundo, de coração, vou até o fim... Esse ano eu acreditei em muitas coisas que, conforme os dias e meses passaram, me mostraram não serem exatamente como eu pensava... Mas, por gostar - e muito-, continuei como se fosse o primeiro dia, a primeira vez... Com a mesma paixão... Isso apenas por algumas pessoas que conheci e desde sempre tive muito carinho...
Me conheci mais. E melhor: conheci uma Elisa que não conhecia tão bem... Me vi mais dura com quem amo. Cobrei mais... Acho que fui enrijecendo, amadurecendo e cobrando mais e mais... Talvez porque eu quisesse que as pessoas crescessem comigo... Quero sempre quem eu amo muito perto de mim, conquistando o mundo - como eu estou conquistando...
Tive algumas crises... Momentos de querer largar tudo e viver a vida perfeita... Até eu perceber que a minha vida é a perfeita. Mas para isso acontecer, chorei, ri, gargalhei, me tranquei dentro de mim, extravasei, silenciei, bebi, conversei, desabafei (muitas vezes comigo mesma de frente para o espelho - isso que dá morar sozinha. Você se pega falando sozinha algumas vezes). Engoli muito sapos que acabava vomitando, despejando em queridos... Isso acabava comigo... Mas quem viveu isso, sabe que não foi proposital, muito menos para fazer algum mal... Foram momentos... E eu agradeço por esta pessoa fazer parte de cada um... Se não fosse ela, com certeza, seria mais doloroso... A compreensão, carinho e amor foram fundamentais para que essas crises, medos e afins passassem... Ela, sim, todas as vezes me escutava, falava para eu fazer as coisas mais loucas (me fazia rir e me acalmava) e no final me fazia perceber que o que eu faço é o que eu amo fazer... Que, sim, eu estou realizada e sedenta por mais e mais e mais...
Mas de tudo, o que eu posso tirar desse ano que está terminando, é que eu conheci uma Elisa mais decidida, determinada, mas com a mesma essência... E você também conheceu...
domingo, 18 de setembro de 2011
Momento...
"Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Tô feliz, to despreocupado, com a vida eu to de bem." (Caio Fernando Abreu)
Vista Chinesa em um dia de domingo maravilhoso com a pessoa que se ama....
2 anos, 3 meses, 21 dias e a primeira vez
Sempre dizem que tudo tem a primeira vez. O primeiro beijo. O primeiro sutiã. O primeiro amor. A primeira transa. A primeira decepção. O primeiro trabalho. A primeira briga. A primeira vitória. Enfim... poderia listar milhares de primeiras coisas da nossa vida... Mas a de hoje... Uau! (só tenho essa expressão para definir)
Em 2 anos, 3 meses e 21 dias de namoro - ou como dizem os tais status de relacionamento, que mais parecem rótulos do facebook, estou há esse tanto de tempo em um relacionamento sério -, eu me pego pela primeira vez em uma situação bastante diferente: a separação. Não aquela conhecida por todos. Não terminamos e isso me deixa muito feliz!
Desde segunda-feira, dia 12, me pego em algumas situações inesperadas. Pensei que fosse tirar de letra, mas essa letra não é bem assim... Situações que, para mim, já eram corriqueiras, se tornaram estranhas, vazias.... Sensação de sempre faltar alguma coisa no dia, ou melhor, no coração...
Ok! Eu sei que ele volta! E isso eu comemoro a todo momento, a cada dia que nasce aqui nessa cidade maravilhosa. Ter a certeza de que ele irá voltar me conforta. Saber que não posso falar com ele a qualquer momento? É péssimo. Ter essa experiência, pior ainda. Acordar de manhã e ligar para o seu amor para que ele não perca a hora do trabalho, ou ele te ligar e você já acordar o dia bem, ouvindo a voz de quem se ama é maravilhoso. Planejar o nosso fim de semana, ou planejar e não sair nada daquilo que planejamos, é algo ue se tornou fundamental. Digamos que quase a minha essência. Uma parte de mim. Planejar o futuro, o dia, o sonho, o tudo, o nada... Sonhar junto - mesmo que separados por alguns quarteirões -, conversar até altas horas, ligar e não falar nada - apenas saber se está tudo bem-, estar longe e mesmo assim muito perto...
Momentos tão pequenos e tão únicos tornam o nosso relacionamento mais profundo, único... Nossa cumplicidade é tamanha que não me sinto apenas namorada (e espero que as namoradas e namorados não se sintam apenas como tais, porque se se sentirem é melhor reverem seus conceitos de relacionamento...), me sinto amiga, cúmplice, amante, amada...
Ah... Esses momentos... São eles que fazem me sentir vazia, que fazem ver como faz falta o seu olhar, o seu sorriso, o seu carinho, o seu amor... Viver sem ele? Claro que sei! Como qualquer outra pessoa deveria saber. Minha felicidade não pode depender de ninguém além de mim. Não podemos ser reféns de outros... Mas do meu sentimento? Bom, aí já são outros quinhentos...
Essa semana tive muitas experiências que posso dizer que seriam a minha tal "primeira vez" nesse assunto.O primeiro dia foi marcante em muitos sentidos. Era realmente a primeira vez em que me vi querendo ligar e não podia (entre muitas outras). Durante a semana em si acho que consegui me sair bem, afinal, trabalho, gravações e muitas coisas ocuparam a minha cabeça e por alguns momentos tiraram o foco da saudade que sinto... Uma outra fuga foi ser marida da minha irmã. Chegava em casa e não tinha com quem falar, ligar - até tinha muitas pessoas que poderia ligar, mas A pessoa eu não tinha -,me faziam ligar para ela e saber se estava chegando para fazer um jantarzinho para nós (inclusive percebo que estou aprimorando meus dotes culinários!!!)
Sexta-feira - que é o nosso "grande dia" - foi como se eu não tivesse literalmente o que fazer. Depois de um dia intenso de gravação e um cansaço de andar pela rua como se o mundo estivesse mais lento (e não o meu cérebro, claro!) meu destino era chegar em casa e dormir afinal, o que faria eu sem ele numa sexta cansada? Nada. Dormir. Com ele, com certeza, teríamos algo para fazer mesmo caindo aos pedaços. Dá vontade de fazer e acontecer. Mas meus amigos que não são bobos mudaram meu destino.
E sábado? Nossa... aquele dia que é "só nosso" foi de doer. Acordar e não ter ninguém ao meu lado, almoçar e não ter a companhia de sempre foi nitidamente pungente... Resultado? Dormi até e tirei o dia para jogar fora tudo que não presta do meu quarto e arrumar as coisas.
Não ter notícias a qualquer hora; saber que o que eu chamava de longe é nada perto de agora; dormir toda noite sem poder dar boa noite; não escutar a voz; não olhar nos olhos verdes e lindos; não poder abraçar; ter notícias em alguns escassos momentos, não conseguir falar a hora que bem entende.... Isso não é sentimento de uma pessoa carente de pessoas, pode ter certeza! Tenho amigos, e muitos, que se preocupam comigo, me fazem rir o tempo todo e aliviam esse aperto no peito que sinto... Esse é o sentimento de uma pessoa que teve a primeira semana longe de quem se ama e conta os dias pela sua volta.
E nesses 2 anos, 3 meses e 21 dias, essa foi a minha primeira vez.... Minha primeira semana longe (de verdade) de você... Espero que a próxima seja melhor... Vou tirar de letra (assim espero rsrs) Contando os segundos para te reencontrar, abraçar, beijar e sentir o seu cheiro, calor, carinho e amor... A próxima, com certeza, será melhor! Uma coisa é fato: os dias brincaram de esconde-esconde e se fizeram mais longos....
"Luck I'm in love with my bestfriend..."
Countdown and loving every minute more and more...
Em 2 anos, 3 meses e 21 dias de namoro - ou como dizem os tais status de relacionamento, que mais parecem rótulos do facebook, estou há esse tanto de tempo em um relacionamento sério -, eu me pego pela primeira vez em uma situação bastante diferente: a separação. Não aquela conhecida por todos. Não terminamos e isso me deixa muito feliz!
Desde segunda-feira, dia 12, me pego em algumas situações inesperadas. Pensei que fosse tirar de letra, mas essa letra não é bem assim... Situações que, para mim, já eram corriqueiras, se tornaram estranhas, vazias.... Sensação de sempre faltar alguma coisa no dia, ou melhor, no coração...
Ok! Eu sei que ele volta! E isso eu comemoro a todo momento, a cada dia que nasce aqui nessa cidade maravilhosa. Ter a certeza de que ele irá voltar me conforta. Saber que não posso falar com ele a qualquer momento? É péssimo. Ter essa experiência, pior ainda. Acordar de manhã e ligar para o seu amor para que ele não perca a hora do trabalho, ou ele te ligar e você já acordar o dia bem, ouvindo a voz de quem se ama é maravilhoso. Planejar o nosso fim de semana, ou planejar e não sair nada daquilo que planejamos, é algo ue se tornou fundamental. Digamos que quase a minha essência. Uma parte de mim. Planejar o futuro, o dia, o sonho, o tudo, o nada... Sonhar junto - mesmo que separados por alguns quarteirões -, conversar até altas horas, ligar e não falar nada - apenas saber se está tudo bem-, estar longe e mesmo assim muito perto...
Momentos tão pequenos e tão únicos tornam o nosso relacionamento mais profundo, único... Nossa cumplicidade é tamanha que não me sinto apenas namorada (e espero que as namoradas e namorados não se sintam apenas como tais, porque se se sentirem é melhor reverem seus conceitos de relacionamento...), me sinto amiga, cúmplice, amante, amada...
Ah... Esses momentos... São eles que fazem me sentir vazia, que fazem ver como faz falta o seu olhar, o seu sorriso, o seu carinho, o seu amor... Viver sem ele? Claro que sei! Como qualquer outra pessoa deveria saber. Minha felicidade não pode depender de ninguém além de mim. Não podemos ser reféns de outros... Mas do meu sentimento? Bom, aí já são outros quinhentos...
Essa semana tive muitas experiências que posso dizer que seriam a minha tal "primeira vez" nesse assunto.O primeiro dia foi marcante em muitos sentidos. Era realmente a primeira vez em que me vi querendo ligar e não podia (entre muitas outras). Durante a semana em si acho que consegui me sair bem, afinal, trabalho, gravações e muitas coisas ocuparam a minha cabeça e por alguns momentos tiraram o foco da saudade que sinto... Uma outra fuga foi ser marida da minha irmã. Chegava em casa e não tinha com quem falar, ligar - até tinha muitas pessoas que poderia ligar, mas A pessoa eu não tinha -,me faziam ligar para ela e saber se estava chegando para fazer um jantarzinho para nós (inclusive percebo que estou aprimorando meus dotes culinários!!!)
Sexta-feira - que é o nosso "grande dia" - foi como se eu não tivesse literalmente o que fazer. Depois de um dia intenso de gravação e um cansaço de andar pela rua como se o mundo estivesse mais lento (e não o meu cérebro, claro!) meu destino era chegar em casa e dormir afinal, o que faria eu sem ele numa sexta cansada? Nada. Dormir. Com ele, com certeza, teríamos algo para fazer mesmo caindo aos pedaços. Dá vontade de fazer e acontecer. Mas meus amigos que não são bobos mudaram meu destino.
E sábado? Nossa... aquele dia que é "só nosso" foi de doer. Acordar e não ter ninguém ao meu lado, almoçar e não ter a companhia de sempre foi nitidamente pungente... Resultado? Dormi até e tirei o dia para jogar fora tudo que não presta do meu quarto e arrumar as coisas.
Não ter notícias a qualquer hora; saber que o que eu chamava de longe é nada perto de agora; dormir toda noite sem poder dar boa noite; não escutar a voz; não olhar nos olhos verdes e lindos; não poder abraçar; ter notícias em alguns escassos momentos, não conseguir falar a hora que bem entende.... Isso não é sentimento de uma pessoa carente de pessoas, pode ter certeza! Tenho amigos, e muitos, que se preocupam comigo, me fazem rir o tempo todo e aliviam esse aperto no peito que sinto... Esse é o sentimento de uma pessoa que teve a primeira semana longe de quem se ama e conta os dias pela sua volta.
E nesses 2 anos, 3 meses e 21 dias, essa foi a minha primeira vez.... Minha primeira semana longe (de verdade) de você... Espero que a próxima seja melhor... Vou tirar de letra (assim espero rsrs) Contando os segundos para te reencontrar, abraçar, beijar e sentir o seu cheiro, calor, carinho e amor... A próxima, com certeza, será melhor! Uma coisa é fato: os dias brincaram de esconde-esconde e se fizeram mais longos....
O que alivia minha saudade e vazio no peito é saber que tudo isso tem prazo. E isso eu comemoro!!!
Estou me conhecendo melhor e, principalmente, conhecendo esse sentimento que grita no meu peito. Agora, dou mais valor ainda aos nossos momentos...
"Luck I'm in love with my bestfriend..."
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